Códigos de Inverno 2016

Chegou o primeiro Ebook do Clube do Código! Exercícios macroeconométricos com dados reais da economia brasileira, feitos usando o poder do R! Quer ter acesso? Saiba como abaixo!
É com enorme prazer que publicamos o primeiro Ebook do Clube do Código, o espaço de compartilhamento de códigos da Análise Macro. Reunimos nesse Códigos de Inverno 2016 os exercícios macroeconométricos publicados no âmbito do Clube do Código entre março e junho do corrente ano. Todos os exercícios foram totalmente revisados e alguns ampliados, com adição de novas soluções econométricas para os problemas de análise de dados enfrentados.

Veja uma parte do Ebook aqui. As referências bibliográficas podem ser vistas aqui.

É para usar, replicar e aprender R e econometria!

 

Reunimos nesse Códigos de Inverno 2016 onze exercícios macroeconométricos, que são inteiramente feitos usando o poder do R. O Ebook começa com um overview sobre a linguagem e a forma como é possível replicar todo o conteúdo aqui descrito. Você irá saber como instalar programas, trabalhar com o LaTeX a partir do RStudio, instalar e utilizar pacotes e a reproduzir todo o conteúdo! Confira abaixo todos os exercícios desse Códigos de Inverno 2016:

  • As pedaladas fiscais foram para o R: baixando dados do Banco Central do Brasil;
  • Usando o Google Trends com o R;
  • Caracterização do Processo Gerador do PIB;
  • Como os desembolsos do BNDES e a taxa de investimento se relacionam?
  • A Econometria da Inflação;
  • Diferentes estimativas de Curva de Phillips para o Brasil;
  • Como se comportam as expectativas de inflação de especialistas e não especialistas no Brasil?
  • Cointegração e Causalidade entre Receitas e Despesas do Governo;
  • Para onde vai a Dívida Pública?
  • Construindo um modelo multivariado para a Dívida Bruta;
  • Precisamos falar sobre dominância fiscal.
Material Complementar disponível em Repositório do GitHub

Todos os arquivos necessários para gerar o Ebook diretamente no RStudio, bem como para reproduzir todos os exercícios, estão disponíveis em repositório privado do GitHub. Ao adquirir o Ebook, você terá acesso a esse repositório, podendo baixar scripts, arquivos e todo o material necessário para que você possa replicar tudo o que foi feito aqui.

As pedaladas fiscais foram para o R

No primeiro exercício do nosso Códigos de Inverno 2016, vamos destrinchar a Nota à Imprensa de Política Fiscal do Banco Central do Brasil (BCB) de março de 2016, que fez referência às pedaladas fiscais. De forma a cumprir acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU) o BCB incorporou os passivos do Tesouro Nacional junto a bancos públicos no estoque de endividamento e no resultado nominal e primário do setor público. Para fazer essa análise, importamos os dados diretamente do BCB.

Usando o Google Trends com o R

No segundo exercício, vamos aprender a usar o Google Trends a partir do R. Ademais, é visto como tratar esses dados brutos, deixando-os prontos para as mais diversas aplicações.

Caracterização do Processo Gerador do PIB

A caracterização do processo gerador do PIB é visto no terceiro exercício do Códigos de Inverno 2016. Há uma discussão bastante interessante entre macroeconomistas sobre a natureza do ciclo econômico, bem como sobre a persistência de choques sobre o Produto Interno Bruto (PIB). Em outras palavras, na ocorrência de um choque negativo, como um desastre natural, qual o seu efeito sobre o PIB? Ele gera efeitos em um ou mais períodos? Sendo um pouco menos drástico, se um governo pratica mix de intervenções macro e microeconômicas desastrosas, isso tem efeito ao longo de vários períodos ou tende a se dissipar rapidamente? Para entender como choques impactam o nível de atividade, precisamos primeiro entender o processo gerador do PIB.

Desembolsos do BNDES e taxa de investimento

A Avenida Chile, no centro do Rio de Janeiro, sedia um prédio imponente: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), um dos maiores bancos estatais de fomento do planeta. Nos últimos dez anos, o BNDES foi protagonista de uma volta ao nacional desenvolvimentismo praticado no país nas décadas de 50 a 70 do século passado. A ideia dessa corrente de pensamento é que o Estado deve liderar uma estratégia de desenvolvimento, baseada na associação com empresas privadas estratégicas. Para o BNDES, em particular, coube a tarefa de ser o braço financeiro da operação, financiando a aquisição de máquinas e equipamentos, construção civil, fusões e aquisições. O objetivo era fazer a economia se desenvolver pela via do investimento. No quarto exercício do Códigos de Inverno 2016 queremos entender a relação entre os desembolsos do BNDES e a taxa de investimento da economia brasileira.

A Econometria da Inflação

No quinto exercício do Códigos de Inverno 2016, vamos analisar a econometria do nível e da taxa de crescimento dos preços. O tema parece trivial à primeira vista, mas gera uma confusão tremenda entre economistas brasileiros. Para tentar dar alguma luz sobre o assunto, vamos analisar os Índices de Preço ao Consumidor (CPI) de dezesseis países, entre desenvolvidos e pertencentes à América Latina. Nosso objetivo será verificar o comportamento desses índices ao longo do tempo, seja em nível, seja em termos de taxa de crescimento (a maldita inflação!).

Estimando a Curva de Phillips

No sexto exercício do Códigos de Inverno 2016, vamos analisar uma das mais famosas relações da teoria econômica: a existência de um trade-off entre inflação e desemprego. Preocupação antiga dos economistas, remonta ao século XVIII suas primeiras formulações. Modernamente, aceita-se a versão aceleracionista proposta por Friedman (1968b), Phelps (1967a) e Phelps (1968), que estabelece um trade-off não estável entre inflação e desemprego. Em outras palavras, quando o desemprego efetivo fica abaixo da taxa natural, a inflação não apenas será alta, mas como permanecerá em ascensão. A escolha, portanto, não é entre mais inflação e menos desemprego, mas entre desemprego abaixo da sua taxa natural e inflação em aceleração. Com efeito, nosso trabalho nessa edição será estimar diferentes versões do que ficou conhecido como Curva de Phillips.

Como se comportam as expectativas de inflação?

No sétimo exercício do Códigos de Inverno 2016, vamos avaliar as expectativas de inflação dos membros da pesquisa Focus, do Banco Central e de consumidores. Nossa intenção será (i) avaliar o erro de previsão desses três grupos, dada a inflação efetivamente observada; (ii) modelar as expectativas de inflação, conforme Carvalho e Minella (2012). Para tal, vamos construir algumas medidas de acurácia, como Erro Médio e Erro Quadrado Médio, para avalar o erro de previsão, bem como vamos utilizar Mínimos Quadrados em Dois Estágios (TSLS) para modelar as expectativas de inflação.

Receitas e Despesas do Governo

No oitavo exercício do Códigos de Inverno 2016 começamos nossa incursão sobre o drama fiscal. São quatro exercícios, começando com a investigação sobre existência de cointegração e causalidade na relação entre receitas e despesas primárias do governo central.

Para onde vai a Dívida Pública?

Na sequência, a dívida pública passa a ser o nosso foco. A trajetória da Dívida Bruta brasileira, afinal, tem sido objeto de preocupação entre analistas e investidores. Exemplo disso foi o recente rebaixamento da nota de crédito do país pelas três principais agências de classificação de risco. Mas o que está por trás do aumento da relação Dívida/PIB? Quais são os determinantes do endividamento público? Como podemos modelar essa relação ao longo do tempo? Melhor: como podemos prever essa relação para os próximos meses? São essas e outras questões que abordamos no nono exercício do Códigos de Inverno 2016.

Modelo Multivariado para a Dívida Bruta

No décimo exercício, vamos extender esse esforço de entendimento da trajetória da Dívida, com a construção de um modelo multivariado.

Dominância Fiscal?

Por fim, encaramos o tema da dominância fiscal. Nessa situação, como define, por exemplo, Blanchard (2004), mudanças na taxa de juros causarão ajustes nos prêmios de risco, aumentando a fuga de capitais, desvalorizando a moeda e, portanto, aumentando a taxa de inflação. Em outras palavras, sob dominância fiscal, a política monetária teria eficácia limitada (ou, no limite, seria totalmente ineficaz) para controlar a taxa de inflação. É esse o caso para o Brasil? Com essa pergunta em mente, resolvemos fazer aqui um exercício similar a Pastore (2015), usando dados diários da taxa Selic e o CDS de 5 anos.
Ainda não conhece o Clube do Código?

Membros do Clube do Código têm acesso a esses e diversos outros trabalhos. São exercícios macroeconométricos, apresentações e relatórios que fazem uso do R. Conheça o Clube e faça parte de uma nova forma de coletar, tratar, analisar e apresentar dados!

Liberte-se: venha para o mundo do R!

R é uma linguagem de programação que permite ao usuário grande flexibilidade para automatizar processos repetitivos, que envolvam manipulação de grandes bancos de dados. Além disso, para usuários de estatística e econometria, é uma poderosa ferramenta de análise. Dessa forma, saber utilizar a linguagem tem efeito direto sobre a produtividade de indivíduos e empresas.

Pagamento via PayPal de forma totalmente segura

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