Miopia e ouvidos moucos na condução da política econômica: o ocaso Dilma Rousseff.
Foi com esse título que publiquei ontem a Carta de Outubro do GECE/UFF. Nessa edição conjecturo o que Teófilo, o deputado incorruptível, mas corrompido, de Machado de Assis, diria a presidenta Dilma Rousseff, acaso tivesse a oportunidade de encontrá-la. Será que ele agiria como queria agir com o Imperador? Sob o título "“Miopia e ouvidos moucos […]
As eleições de 2014, a poesia de Bandeira e dois tostões de macroeconomia
Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte? - O que eu vejo é o beco. Reclama Manuel Bandeira em seu simples, porém estupendo "poema do beco". Para o analista de fatos econômicos, e não necessariamente cotidianos, a poesia de Bandeira soa como retumbante verdade. O beco aqui, inclusive, é o que causa […]
O leilão de Libra e o modelo de partilha: o risco macroeconômico.
Alguns amigos me pediram para que eu escrevesse sobre o leilão de Libra. Eu relutei para por a pena entre os dedos e tecer algum comentário útil sobre o tema. Isto porque, leilões não são bem um tema que eu tenha interesse e, portanto, dificilmente poderia contribuir de alguma forma. Minha opinião sobre o modelo […]
A inflação está controlada no Brasil?
Breve entrevista para o Instituto Millenium aqui. 📩 Quem lê o dado decide melhor Inflação, juros e atividade não se leem no olho — se leem com método. No Boletim AM eu mostro, todo dia, a estatística, a econometria e a IA por trás da leitura de conjuntura. Com a fonte, com a ressalva e […]
Poupança, modelo "clássico" e modelo keynesiano: notas didáticas.
Ontem, em aula sobre o modelo neoclássico pré-keynesiano (geralmente chamado de modelo clássico) eu fiz uma alusão a poupança. Como se sabe, nesse modelo, a taxa de juros é determinada no mercado de fundos emprestáveis, sendo o preço que equilibra a oferta (poupança dos indivíduos) e a demanda (investimento de firmas e déficit público do governo) […]