Casos reais de como a IA pode aumentar a produtividade de pessoas e o lucro de empresas.
E todo domingo, eu leio os papers, os relatórios e os dados da semana. Separo sinal de ruído, te entregando às 20h o que vai mudar a régua do seu trabalho e da sua empresa.
De graça.
Esse é o Boletim AM.
Tem gente que abre dez abas de manhã para tentar entender o que aconteceu.
Um relatório do Ramp aqui. Um paper do IZA ali. Um índice novo da Scale AI que ninguém sabe ler.
O problema nunca foi falta de informação.
É o contrário.
É informação demais, picotada, sem ninguém para dizer o que importa e o que é ruído.
O Boletim AM nasceu para resolver isso.
Todo domingo às 20h, eu faço o trabalho pesado de leitura por você. Cruzo as fontes. Cito os números. Aponto onde o dado é sólido e onde ele é frágil. E entrego uma leitura que você consegue usar numa reunião na segunda de manhã.
Não é resumo de notícia. Não é indicação de ação. É análise — do jeito que profissionais sérios gostam.
Não vou prometer “conteúdo de qualidade”. Todo mundo promete. Vou ser específico.
A leitura da semana em economia e IA aplicada. Uma edição real recente cruzou três estudos sobre o efeito da IA no emprego — Ramp (21.599 firmas), CESifo (Noruega), IZA (vagas de tech nos EUA) — para responder uma pergunta só: a régua do seu trabalho mudou? Mudou. E o e-mail mostra em quê.
Quando o estudo diz “correlação, não causação”, eu escrevo isso. Você não vai encontrar aqui número inflado para vender susto. A honestidade sobre o dado é o produto.
Da Crítica de Lucas de 1976 aos modelos DSGE dos Bancos Centrais. Do sentimento do COPOM lido por três LLMs em paralelo ao custo real de rodar inteligência artificial. Rigor, explicado com clareza.
Coletar do IBGE, limpar, rodar o modelo, ler o resultado — em R, Python e, agora, com agentes de IA no meio do caminho. Do jeito que se usa no trabalho, não no slide.
Cada edição de domingo vem com o digest em PDF, um dossiê vertical sobre o tema e a versão em áudio, para ouvir no trânsito.
Toda semana, uma seleção dos livros que estão na mesa da equipe — de econometria e ciência de dados a inteligência artificial. Os que valem o seu tempo.
Meu nome é Vítor Wilher.
Sou o Fundador da Análise Macro, uma empresa que nasceu de um sonho: mostrar como o uso de dados e evidências pode ajudar a (des)construir teses e opiniões falsas.
Faço isso desde 2011, quando tudo era (mais um) blog de economia.
Em 2015, comecei a dar aulas de R em uma sala alugada no centro do Rio e nunca mais parei…
Em mais de dez anos, milhares de profissionais passaram pelos nossos cursos e formações — gente de banco, corretora, consultoria, governo e academia.
O mesmo rigor que vai para as formações é o que sustenta cada edição do Boletim.
E não é um e-mail escrito por robô com a minha assinatura no rodapé. É a minha leitura, com as minhas dúvidas e as minhas ressalvas.
Afinal, a verdade está nos dados.
Não. O Boletim AM é gratuito. Sempre foi.
Se fosse, eu não escrevia. Aqui o compromisso é com a fonte e com a ressalva. Você vai saber de onde veio cada número — e onde ele é frágil. Isso quase ninguém entrega.
Não. Quando tem código, ele vem explicado. E o ponto quase nunca é a técnica — é o raciocínio.
Um clique no fim de qualquer e-mail. Sem drama, sem retenção forçada.
Se você leu até aqui, já sabe se a leitura é pra você.
O Boletim chega todo dia. Custa zero. Sai num clique quando quiser.
O que ele pede em troca é só a sua atenção, principalmente às 20h do domingo.
Toda semana. Cancela quando quiser.
Até lá!
Vítor Wilher
Análise Macro. A verdade está nos dados.
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