[Cursos Aplicados de R] 1º Lote - ÚLTIMAS HORAS!

By | Cursos da Análise Macro

ÚLTIMAS HORAS COM 30% DE DESCONTO para as Turmas de Primavera dos nossos Cursos Aplicados de R ! Será a última vez esse ano que o 1º Lote terá 30% de desconto sobre o preço cheio, então é bom garantir sua inscrição logo no início, dado que as vagas são limitadas. Para saber maiores detalhes, leia abaixo!

As inscrições estão abertas para os seguintes Cursos:

Além disso, também estão abertas as inscrições para as nossas Formações:

E também para o novo curso da área de macro aplicada:

Importante dizer que, para manter o nosso suporte aos alunos funcionando de forma plena, as inscrições serão abertas, uma vez mais, em lotes. No primeiro lote, daremos desconto de 30% para os primeiros alunos inscritos. Tão logo o primeiro lote atinja o limite de alunos, passaremos para o segundo lote, com desconto de 15%. Por fim, abriremos um 3º lote residual com as vagas restantes, mas com o preço cheio. As inscrições no primeiro lote costumam acabar rápido, então garanta o quanto antes a sua inscrição!

Em relação aos planos disponíveis, para os cursos de Análise de Conjuntura, Introdução ao R para Análise de Dados, Macroeconometria II e para as Formações, será ofertado um Plano Único com acesso por 12 meses, suporte customizado do professor e acesso ao Clube do Código também por 12 meses. Os preços variarão de acordo com a complexidade de cada Curso. Nosso objetivo com isso é dar um treinamento totalmente customizado para os alunos inscritos. Para os demais Cursos, ofereceremos um plano básico e um plano premium.

Todos os nossos Cursos contam agora com Nivelamento em R revisado e atualizado, incorporando os avanços da família de pacotes tidyverse.

Para essa Turma de Primavera, continuaremos mantendo o parcelamento em até 10x sem juros no cartão de crédito.

Importante ressaltar que a depender da quantidade de alunos inscritos nesses Cursos, nós provavelmente não abriremos mais turmas dos mesmos nesse ano, de modo a dar um suporte customizado aos alunos inscritos.

Agradecemos a atenção de todos os nossos alunos e esperamos que apreciem os novos Cursos atualizados e revisados com o que há de mais avançado na linguagem. 

O que o Brasil pode aprender com as Coreias?

By | Podcasts

No mês passado, escrevi nesse espaço sobre o projeto Maddison, que busca gerar séries longas de pib per capita para diversos países do mundo. No pacote maddison, disponível no R, dei destaque para a diferença de crescimento das duas Coreias.

O pessoal do Instituto Millenium se interessou pela iniciativa e acabou gravando um podcast comigo, que ficou bem legal. A ideia foi verificar o que o Brasil pode aprender com o exemplo (didático) das duas Coreias, em particular em relação à abertura comercial. Como todos sabem, o Brasil ainda é um dos países mais fechados do mundo, mesmo mais de 30 anos após o fracasso do modelo de substituição de importações. Vocês podem conferir a matéria e o podcast aqui.

Índice de Commodities, Taxa de Câmbio e o repasse para a inflação

By | Comentário de Conjuntura

Como chamei atenção nesse espaço há algumas semanas, o ambiente externo tem contaminado a taxa de câmbio, forçando a mesma a se manter acima dos 4 R$/US$. Movimento típico, diga-se, de maior aversão a países emergentes. Diante desse quadro parece imediato pensar em algum repasse para a inflação. Ocorre que em macroeconomia é preciso sempre olhar - parece óbvio dizer isso, mas não é - o quadro geral da coisa. Isto é, sempre é preciso considerar pesos e contrapesos para avaliar o efeito líquido sobre uma determinada variável, nesse caso a inflação.

Isso dito, como pode ser visto no gráfico acima, a despeito do índice de commodities do Banco Central guardar forte correlação positiva com a taxa de câmbio R$/US$, no período recente esse índice - que é convertido pela própria taxa de câmbio para reais - tem caído, compensando o movimento de depreciação da moeda brasileira frente o dólar.

Em particular, o próprio Banco Central tem adotado esse índice nos seus modelos semiestruturais de forma a avaliar o repasse externo. Nas palavras do Banco, "Em virtude do efeito que flutuações nos preços de commodities têm desempenhado sobre a dinâmica da inflação doméstica, utiliza-se um indicador de preço de commodities para a inflação externa, medido em dólar norte-americano e convertido em moeda nacional pela correspondente taxa de câmbio" (RTI, Junho de 2017). Em termos técnicos, o IC-Br é adicionado a uma Curva de Phillips de forma a capturar o efeito da inflação externa sobre a inflação doméstica.

Ou seja, mesmo que estejamos assistindo a um movimento de depreciação do real frente o dólar, não nos parece que o efeito líquido seja de pressão inflacionária. Pelo contrário, a queda do IC-Br indica que o efeito é deflacionário. Tanto é assim que a expectativa para a inflação em 2019 continua caindo abaixo da meta.

Isso, ao menos por enquanto, garante o cenário de corte na taxa básica de juros. Há espaço, inclusive, para uma queda além de 100 pontos-base - que é a mediana esperada pelo mercado - dada a ociosidade ainda pronunciada da economia.

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Depreciação cambial ainda não preocupa

By | Indicadores

O boletim Focus divulgado agora há pouco trouxe poucas novidades. O destaque é que, pela quarta semana seguida, a mediana das instituições consultadas corrigiu a expectativa para a taxa de câmbio R$/US$ no final do ano. Agora, espera-se que o câmbio feche próximo a 3,87 R$/US$. A despeito disso, a inflação esperada segue em queda, agora esperada em 3,54% para o ano de 2019. O motivo disso é que o repasse cambial parece estar sendo compensado pela queda dos preços de commodities e, obviamente, pela ociosidade ainda grande da economia.

Para a semana, o destaque é a divulgação da Pesquisa Mensal do Comércio na quarta e da Pesquisa Mensal de Serviços na quinta-feira. Ambas as pesquisas contam com scripts automáticos que são detalhados em nosso Curso de Análise de Conjuntura usando o R. Maiores detalhes sobre o boletim Focus, veja nossa apresentação automática aqui.

Para nossos alunos do plano premium e para todos os assinantes do Clube do Código, a Edição 48 constrói um modelo que busca medir o repasse cambial para a inflação. Em média, a cada 10% de desvalorização, estimamos um repasse de 0,56 p.p. em um trimestre. Como dito acima, entretanto, esse repasse não é automático, uma vez que pode ser compensado pela ociosidade da economia e por outros fatores como preços de commodities.

Análise da Produção Industrial com o R

By | PIB

Na última terça-feira, 03/09, o IBGE divulgou o resultado da Produção Industrial referente a julho. A indústria geral registrou queda de 0,3% em relação ao mês anterior e de 2,5% em relação ao mesmo mês de 2018. No acumulado em 12 meses a produção industrial registra queda de 1,3%. No nosso Curso de Análise de Conjuntura usando o R, a propósito, temos um script que faz uma apresentação automática da Produção Industrial. Ele começa carregando os seguintes pacotes.


library(ggplot2)
library(sidrar)
library(xtable)
library(forecast)
library(grid)
library(png)
library(gridExtra)

Uma vez carregados os pacotes que utilizaremos na apresentação, podemos importar os dados do SIDRA/IBGE com o pacote sidrar. O código abaixo implementa.


# Importação dos dados
table1 = get_sidra(api='/t/3653/n1/all/v/3134,3135/p/all/c544/all/d/v3134%201,v3135%201')
table2 = get_sidra(api='/t/3651/n1/all/v/3134,3135/p/all/c543/129278,129283,129300,129301,129305/d/v3134%201,v3135%201')

O código acima pega as tabelas 3651 e 3653 do SIDRA. A partir disso, nós tratamos os dados e geramos tabelas e gráficos de modo a compreender os resultados da pesquisa. Para ilustrar, abaixo colocamos o gráfico da indústria geral, sob diferentes métricas.

O script completo bem como videoaula detalhada está disponível para todos os alunos do Curso de Análise de Conjuntura usando o RAs inscrições para a Turma de Primavera estão abertas!

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