A crise econômica sob o ponto de vista marxista

Neste exercício realizamos uma análise sobre a inadimplência dos brasileiros no período recente, utilizando a linguagem R para examinar dados públicos do Banco Central e do IBGE. Investigamos a evolução do endividamento, da inadimplência e das concessões de crédito, contextualizando-os com as dinâmicas da política monetária (Taxa Selic) e do mercado de trabalho (renda e desemprego).

Não, eu não virei marxista do dia para a noite. No final do ano passado, porém, acabei escrevendo um texto bem diferente de tudo o que já escrevi sobre a crise do subprime e suas derivações. Foi fruto de minha releitura do livro 3. Não tenho o menor preconceito contra Marx e acho muito de seus insights bem interessantes. Daí que...

"A atual crise do capitalismo pegou de surpresa a maior parte dos economistas ligados à tradição walrasiana de pensar a disciplina. Isto porque, mesmo com o avanço do mainstream para além do equilíbrio estável e único – como propõe o modelo Dynamic Stochastic General Equilibrium (DSGE) – há (ou havia) ainda uma percepção de que depressões na atividade econômica são eventos esporádicos. Assim, como propõem os modelos de crescimento endógeno neoclássicos de Lucas e de Romer – seguindo a tradição iniciada por Solow na década de 50 do século passado – as economias tenderiam para uma trajetória de crescimento contínuo ao longo do tempo".

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