Como se comportou o endividamento e a inadimplência nos últimos anos? Uma análise utilizando a linguagem R

Neste exercício realizamos uma análise sobre a inadimplência dos brasileiros no período recente, utilizando a linguagem R para examinar dados públicos do Banco Central e do IBGE. Investigamos a evolução do endividamento, da inadimplência e das concessões de crédito, contextualizando-os com as dinâmicas da política monetária (Taxa Selic) e do mercado de trabalho (renda e desemprego).

Em ano de ajuste fiscal, o maior penalizado será o contribuinte, como sabíamos desde o princípio. O Estado, formado pelo poder executivo, legislativo e judiciário, dificilmente fará ajuste nas despesas, quase todas rígidas o suficiente para que não possam ser cortadas. O descalabro dos últimos anos em termos de política econômica recaíra, desse modo, sobre o contribuinte. Aliás, leitor, em geral, o populismo dos governos é um dos grandes exemplos de inconsistência temporal: aparentes benefícios no curto prazo em troca de penúria no médio e longo prazos. Não por outro motivo, os economistas criticam tanto a administração Dilma Rousseff. Tudo compreensível? Agora, me responda: em ano de ajuste fiscal, pode triplicar o repasse para o fundo partidário? Querer colocar o financiamento público sem discussão com a sociedade é parte da reforma política proposta pelo executivo? Diga o leitor.

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